A razão e a emoção, mais uma vez traçando um paralelo em minha vida. Um momento de decisão. Já estive nessa encruzilhada por diversas vezes. Que caminho seguir? Ouvir a voz do coração, novamente, deixar que as batidas rápidas e descompassadas falem mais alto? Ou esperar, ponderar? Parar exatamente no ponto em que estou e ouvir o toc toc meio frio da minha razão dizendo para não seguir? Freiar ao dizer que não há mais tempo para a paixão desmedida, que só causa um turbilhão de sofrimento e deixa marcas profundas de dor pelo meu caminho?
A calmaria ou a tormenta? A brisa calma, morna que acalenta ou a ventania que derruba tudo, que transtorna e atordoa? O sorriso gentil ou a gargalhada que enrusbece? Os olhos semi-cerrados que transmitem consolo ou o olhar arrebatador que faz o coração parar?
Eu também me preocupo com o futuro, com o incerto. Também tenho medo. Mas que posso eu fazer para mudar o futuro ou deixar de viver o presente o bendito medo tá ali, alojado me impedindo de ser feliz? Sei que tenho que fazer planos a curto, médio e longo prazo. Mas em que implica isso quando o futuro é incerto? Posso chegar lá no tão temido futuro, daqui a 5, 10 anos e aí? O tempo é implacável. Mas apenas vai gerar ansiedade acreditar que tudo pode dar errado! E se tudo der certo?
Definitivamente eu não consigo ter uma vida morna. Uma vida onde tudo é previsível demais, tranquilo demais...Óbvio que isso implica em sofrer, se iludir, se decepcionar. Mas eu corro o risco! Eu sou uma fênix, eu renasço das próprias cinzas! Eu quero arriscar. Me dê a mão! Arrisque-se!
Exagerada toda a vida: minhas paixões são ardentes; minhas dores de cotovelo, de querer morrer; louca do tipo desvairada; briguenta de tô de mal para sempre; durmo treze horas seguidas; meus amigos são semi-irmãos; meus amores são sempre eternos e meus dramas, mexicanos ! (...) (Clarice Lispector)
quarta-feira, 24 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Vagar ao frio...
Num dia inquestionavelmente frio como hoje, não pude deixar de ter pensamentos vagos... longos, sem conexões algumas vezes! Estou num momento de questionar o ser humano e sua totalidade. Seus atos... Tenham paciência comigo.
Como que as pessoas ora são tão importantes em nossa vida, em outros momentos, outro dia se tornam tão insignificantes. Pq? O ser humano é muito egoísta e cruel quando se trata de sentimentos! Quando se termina um relacionamento e as pessoas chegam e perguntam (eles sempre perguntam):"E aí o que aconteceu?", "Nossa, vocês terminaram?"... as respostas geralmente são: "Sim, depois de tantos anos, agora acabou.. "Ah, foi bom tanto tempo e agora terminou assim." Queria saber o porquê de ter sempre esse lado negativo quando tratamos de relacionamentos amorosos (ah gente, perdoa, mas to pensativa hoje).
Não podemos esquecer que durante um tempo, aquela pessoa nos fez feliz! Não se pode simplesmente apagar todos os momentos bons e ficar com os ruins martelando em nossa cabeça, como uma bigorna gigante!
Questionando uma amiga sobre o assunto ela disse: "Mas pensar nas coisas ruins faz esquecer a pessoa mais fácil." Então tá! Mas quando se tem um fim bem resolvido e que não há o que se esquecer, é bem melhor deixar a crueldade de lado, e ter mais uma experiência boa na vida! E mais, um passado que por um tempo supriu suas necessidades! E te ensinou o que fazer ou não para um novo relacionamento! A pessoa não deixa de ter qualidades só pq não supre mais aquele lugarzinho dentro do coração. Não deixa de ser quem é só pq não faz mais a borboletas se revirarem no estômago.
Viva as pessoas maduras! Um brind as pessoas adultas o suficiente para não ficar futucando a vida alheia, não ficar investigando, não querer saber... o tempo passa, e cá p nós, ele é implacável. Pra que perder tempo?
Como que as pessoas ora são tão importantes em nossa vida, em outros momentos, outro dia se tornam tão insignificantes. Pq? O ser humano é muito egoísta e cruel quando se trata de sentimentos! Quando se termina um relacionamento e as pessoas chegam e perguntam (eles sempre perguntam):"E aí o que aconteceu?", "Nossa, vocês terminaram?"... as respostas geralmente são: "Sim, depois de tantos anos, agora acabou.. "Ah, foi bom tanto tempo e agora terminou assim." Queria saber o porquê de ter sempre esse lado negativo quando tratamos de relacionamentos amorosos (ah gente, perdoa, mas to pensativa hoje).
Não podemos esquecer que durante um tempo, aquela pessoa nos fez feliz! Não se pode simplesmente apagar todos os momentos bons e ficar com os ruins martelando em nossa cabeça, como uma bigorna gigante!
Questionando uma amiga sobre o assunto ela disse: "Mas pensar nas coisas ruins faz esquecer a pessoa mais fácil." Então tá! Mas quando se tem um fim bem resolvido e que não há o que se esquecer, é bem melhor deixar a crueldade de lado, e ter mais uma experiência boa na vida! E mais, um passado que por um tempo supriu suas necessidades! E te ensinou o que fazer ou não para um novo relacionamento! A pessoa não deixa de ter qualidades só pq não supre mais aquele lugarzinho dentro do coração. Não deixa de ser quem é só pq não faz mais a borboletas se revirarem no estômago.
Viva as pessoas maduras! Um brind as pessoas adultas o suficiente para não ficar futucando a vida alheia, não ficar investigando, não querer saber... o tempo passa, e cá p nós, ele é implacável. Pra que perder tempo?
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Devaneios...
"Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem diga nem todas, só as de verão.
Mas no fundo isso não tem muita importância.
O que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre.
Em todos os lugares, em todas as épocas do ano,
dormindo ou acordado." (Willian Shakespeare)
"Sonhos de Uma noite de Verão"
O que seria do homem se não houvesse os sonhos? Me considero uma sonhadora nata! Fico triste quando vejo pessoas querendo frustrar os sonhos alheios... Deixe cada um com seu cada um. Cada um vive da forma que pode e da forma que quer!
Mas há também quem diga nem todas, só as de verão.
Mas no fundo isso não tem muita importância.
O que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre.
Em todos os lugares, em todas as épocas do ano,
dormindo ou acordado." (Willian Shakespeare)
"Sonhos de Uma noite de Verão"
O que seria do homem se não houvesse os sonhos? Me considero uma sonhadora nata! Fico triste quando vejo pessoas querendo frustrar os sonhos alheios... Deixe cada um com seu cada um. Cada um vive da forma que pode e da forma que quer!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Sonhos de uma leitora!
Após dias e dias lendo e ouvindo falar sobre um belo exemplar de vampiro, e literalmente, inserida emocionalmente nessa história, não me restou alternativa a não ser sonhar com ele. Provalvelmente todo o contexto idealizado por mim do livro fugiu a realidade do meu sonho, mas nem por isso deixou de ser tão real e incrivelmente fascinante.
O que mais me chamou atenção foi o sentimento da personagem do livro, as emoções dela, a maneira de se expressar. Isso deixou meus sentidos aguçados e me assustou o bastante para me deixar em completo estado de alerta.
Não pude evitar desejar com toda força sonhar. Não há fronteiras para os sonhos. Não há máscaras. Ao deitar deixei minha imaginação fluir. Só havia palavras que o descrevia... e então adormeci.
Ao contrário do cenário sombrio e frio do livro, eu estava envolvida num ambiente claro, multicolorido e quente. Muito quente. Usava um vestido branco com os ombros a mostra, contrastando e destacando a cor da minha pele morena. Meu cheiro adocicado inundava todo o ar a minha volta e eu dançava calma e delicadamente, embalada apenas pelo som do vento. Então pude sentí-lo.
Virei para minha direita e lá estava ele, há apenas uns metros de distância, encostado, mãos espalmadas nas pernas me olhando, sorrindo. Há quanto tempo ele estava me olhando? Ah o sorriso... foi o sorriso mais lindo que eu já vi na vida. Não me contive e sorri quase que involuntariamente e não consegui sustentar meus olhos nos dele por mais de 3 segundos. O que me aborreceu, pois não queria perder um só segundo em observá-lo. Em todos os detalhes.
Me virei e continuei a dançar, fingindo que a presença dele não me atormentou. Que ingenuidade. O fator surpresa de me deparar com aquele sorriso completamente perturbador não apenas me atormentou como tive sinais claros de uma vertigem e milhares de borboletas apareceram alvoroçadas em meu estômago.
Que turbilhão de emoções!!!!!
Algo desviou a atenção dele. Nesse momento aproveitei para reorganizar meus pensamentos, controlar minhas pernas trêmulas e poder olhá-lo.
Que espetáculo de vampiro (na verdade era o primeiro que eu estava vendo, e não me decepcionei).
Ele era alto (mais alto do que imaginei a princípio), ombros largos, quadrado, uma postura impecável. A pele incrivelmente branca e me pareceu tão macia, tão tocável. Não havia nada nele que não me causasse algum torpor. Olhei as mãos grandes, finas e brancas. Ao chegar meus olhos em seu rosto tive a sensação que desmaiaria: Havia uma perfeita simetria que mataria de inveja qualquer príncipe encantado dos contos de fada. Seus olhos azuis, grandes, vivos, toda vez que se encontravam nos meus faziam com que meu coração ameaçasse parar por alguns segundos. O cabelo louro-escuro, desalinhados tentavam esconder duas entradas lindas. Ele me avistou e sorriu e para minha surpresa (mais uma), se formou uma covinha na bochecha direita e os lábios de um vermelho carmim como se todo o sangue do corpo pousasse sobre eles... a boca parecia de-liciosa. Toda essa percepção durara apenas poucos minutos até eu ter coragem para me aproximar dele. Ele, receptivo, me aguardava sorrindo. O som do vento aumentou e virou um estrondo. Era o despertador! Lamentavelmente o despertador.
O dia começa. A realidade martelando em minha cabeça. Movimentos lentos. Estou descompensada e desorientada. Só um sonho. Nada de vampiros.
by Fernanda Lievore
O que mais me chamou atenção foi o sentimento da personagem do livro, as emoções dela, a maneira de se expressar. Isso deixou meus sentidos aguçados e me assustou o bastante para me deixar em completo estado de alerta.
Não pude evitar desejar com toda força sonhar. Não há fronteiras para os sonhos. Não há máscaras. Ao deitar deixei minha imaginação fluir. Só havia palavras que o descrevia... e então adormeci.
Ao contrário do cenário sombrio e frio do livro, eu estava envolvida num ambiente claro, multicolorido e quente. Muito quente. Usava um vestido branco com os ombros a mostra, contrastando e destacando a cor da minha pele morena. Meu cheiro adocicado inundava todo o ar a minha volta e eu dançava calma e delicadamente, embalada apenas pelo som do vento. Então pude sentí-lo.
Virei para minha direita e lá estava ele, há apenas uns metros de distância, encostado, mãos espalmadas nas pernas me olhando, sorrindo. Há quanto tempo ele estava me olhando? Ah o sorriso... foi o sorriso mais lindo que eu já vi na vida. Não me contive e sorri quase que involuntariamente e não consegui sustentar meus olhos nos dele por mais de 3 segundos. O que me aborreceu, pois não queria perder um só segundo em observá-lo. Em todos os detalhes.
Me virei e continuei a dançar, fingindo que a presença dele não me atormentou. Que ingenuidade. O fator surpresa de me deparar com aquele sorriso completamente perturbador não apenas me atormentou como tive sinais claros de uma vertigem e milhares de borboletas apareceram alvoroçadas em meu estômago.
Que turbilhão de emoções!!!!!
Algo desviou a atenção dele. Nesse momento aproveitei para reorganizar meus pensamentos, controlar minhas pernas trêmulas e poder olhá-lo.
Que espetáculo de vampiro (na verdade era o primeiro que eu estava vendo, e não me decepcionei).
Ele era alto (mais alto do que imaginei a princípio), ombros largos, quadrado, uma postura impecável. A pele incrivelmente branca e me pareceu tão macia, tão tocável. Não havia nada nele que não me causasse algum torpor. Olhei as mãos grandes, finas e brancas. Ao chegar meus olhos em seu rosto tive a sensação que desmaiaria: Havia uma perfeita simetria que mataria de inveja qualquer príncipe encantado dos contos de fada. Seus olhos azuis, grandes, vivos, toda vez que se encontravam nos meus faziam com que meu coração ameaçasse parar por alguns segundos. O cabelo louro-escuro, desalinhados tentavam esconder duas entradas lindas. Ele me avistou e sorriu e para minha surpresa (mais uma), se formou uma covinha na bochecha direita e os lábios de um vermelho carmim como se todo o sangue do corpo pousasse sobre eles... a boca parecia de-liciosa. Toda essa percepção durara apenas poucos minutos até eu ter coragem para me aproximar dele. Ele, receptivo, me aguardava sorrindo. O som do vento aumentou e virou um estrondo. Era o despertador! Lamentavelmente o despertador.
O dia começa. A realidade martelando em minha cabeça. Movimentos lentos. Estou descompensada e desorientada. Só um sonho. Nada de vampiros.
by Fernanda Lievore
terça-feira, 7 de abril de 2009
Algo valeu a pena hoje?
Noite passada antes do sono chegar, depois do último beijinho de Boa noite, depois da oração rápida e da ajeitadinha no travesseiro eu pensei: Algo valeu a pena hoje? Meu dia não se passou em vão, não foi um dia perdido.
Sempre tem alguma coisa que faça o nosso dia valer a pena: um telefonema de alguém que amamos, um e-mail que nos faça dar uma choradinha, uma música nova que não conhecia e que nos foi apresentada, um elogio, um sabor que há tempos não sentia... uma nuvem fofinha com forma de coração.. quem sabe?
Para algumas pessas ganhar o dia implica em ganhar alguma coisa mesmo: um aumento de salário, ganhar na loteria, um brinde bobo em alguma loja, um pedido de casamento... apenas as megavitórias são importantes, as que causam grandes impactos.
Para essas pessoas, sobram centenas de dias, chatos, que aparentemente nada acontece...e, geralmente essas pessoas sãos as mesmas reclamonas que dizem que a vida não é boa (mesmo tendo uma casa linda, uma esposa maravilhosa, o carro do ano e um salário pomposo).
Nas últimas semanas meus dias foram salvos por pequenos detalhes: uma música que eu não conhecia, naquela versão que foi me mostrada por uma amiga; um sabor que gosto de uma forma diferente; um lindo e-mail que me fez chorar; um elogio de uma pessoa que nem ao menos eu sabia que me conhecia.... pequenas coisas, pequenos gestos, simplicidade. Coisas aparentemente normais que fazem o dia não ser banal e sem sentido.
Lógico que há dias em que nada nos surpreende, muito pelo contrário, tudo dá errado... perco a chave, me aborreço no trabalho, caio no chão, discuto com quem amo.
Tenho acreditado que até as coisas tristes podem tornar um dia especial, mas não vou ficar sabendo disso na hora.. só num momento chamado futuro!!!
Sempre tem alguma coisa que faça o nosso dia valer a pena: um telefonema de alguém que amamos, um e-mail que nos faça dar uma choradinha, uma música nova que não conhecia e que nos foi apresentada, um elogio, um sabor que há tempos não sentia... uma nuvem fofinha com forma de coração.. quem sabe?
Para algumas pessas ganhar o dia implica em ganhar alguma coisa mesmo: um aumento de salário, ganhar na loteria, um brinde bobo em alguma loja, um pedido de casamento... apenas as megavitórias são importantes, as que causam grandes impactos.
Para essas pessoas, sobram centenas de dias, chatos, que aparentemente nada acontece...e, geralmente essas pessoas sãos as mesmas reclamonas que dizem que a vida não é boa (mesmo tendo uma casa linda, uma esposa maravilhosa, o carro do ano e um salário pomposo).
Nas últimas semanas meus dias foram salvos por pequenos detalhes: uma música que eu não conhecia, naquela versão que foi me mostrada por uma amiga; um sabor que gosto de uma forma diferente; um lindo e-mail que me fez chorar; um elogio de uma pessoa que nem ao menos eu sabia que me conhecia.... pequenas coisas, pequenos gestos, simplicidade. Coisas aparentemente normais que fazem o dia não ser banal e sem sentido.
Lógico que há dias em que nada nos surpreende, muito pelo contrário, tudo dá errado... perco a chave, me aborreço no trabalho, caio no chão, discuto com quem amo.
Tenho acreditado que até as coisas tristes podem tornar um dia especial, mas não vou ficar sabendo disso na hora.. só num momento chamado futuro!!!
terça-feira, 3 de março de 2009
Pensamentos vagos
Saí com tres amigas para conversar, rir um pouco e estavamos todas muito eufóricas com a proximidade do carnaval. Na ocasião as tres iriam viajar juntas, eram só alegria e planejando como seriam os tres dias de alegria e diversão. No outro dia, exatamente no outro dia, uma delas teve que viajar para muito longe para enterrar a mãe tão amada! Não se se ela chegou a tempo de encontrá-la com vida para dizer o quanto a amava ou qualquer outra coisa importante que será guardada para sempre no coração... Nesse momento minha ficha caiu.. despertei para o fato de sermos tão frágeis e que tudo muda o tempo todo!!
Num dia acordamos e parece que tudo está dando certo: trabalho, escola, relacionamentos, etc.. aí no outro tudo desaba, nos sentimos a última das criaturas, nos vemos no olho do furacão e é como se esse furacão perdesse a força.. aí o tempo passa e se encarrega de tudo. Num momento estamos prestes a explodir de felicidade, de empolgação, crises de risos... e depois, bem, depois vem o choro, a dor, a tristeza... e o tempo vai passando... a vida vai passando. Com esses altos e baixos da vida, fui percebendo que não adianta muito se apegar nas coisas que não consegui ter ou fazer. Não adianta chorar por causa dos erros cometidos ou decisões erradas... o máximo da vida é aproveitar os momentos bons, beijar quem amamos, dizer que amamos pois não dá p adivinhar por quanto tempo estaremos rodeados pelos nossos queridos... pode parecer um texto bem manjado, desses que recebemos por e-mail com lindas paisagens de fundo.. mas p mim é uma realidade. Pois, definitivamente o mundo não vai parar pq fui magoada, estou triste ou decepcionada com alguém. Não vou mais desperdiçar meu precioso tempo ao lado de quem eu amo pensando no que não foi ou o que deveria ter acontecido....
A felicidade existe sim, não é utopia. É só não esquecer do livre arbítrio.
Num dia acordamos e parece que tudo está dando certo: trabalho, escola, relacionamentos, etc.. aí no outro tudo desaba, nos sentimos a última das criaturas, nos vemos no olho do furacão e é como se esse furacão perdesse a força.. aí o tempo passa e se encarrega de tudo. Num momento estamos prestes a explodir de felicidade, de empolgação, crises de risos... e depois, bem, depois vem o choro, a dor, a tristeza... e o tempo vai passando... a vida vai passando. Com esses altos e baixos da vida, fui percebendo que não adianta muito se apegar nas coisas que não consegui ter ou fazer. Não adianta chorar por causa dos erros cometidos ou decisões erradas... o máximo da vida é aproveitar os momentos bons, beijar quem amamos, dizer que amamos pois não dá p adivinhar por quanto tempo estaremos rodeados pelos nossos queridos... pode parecer um texto bem manjado, desses que recebemos por e-mail com lindas paisagens de fundo.. mas p mim é uma realidade. Pois, definitivamente o mundo não vai parar pq fui magoada, estou triste ou decepcionada com alguém. Não vou mais desperdiçar meu precioso tempo ao lado de quem eu amo pensando no que não foi ou o que deveria ter acontecido....
A felicidade existe sim, não é utopia. É só não esquecer do livre arbítrio.
domingo, 14 de dezembro de 2008
Morcego, e não era o Batman!
Sexta feira a noite! Dia frio, semana cansativa! Aquele momento em que tiramos para colocar a conversa em dia, falar dos últimos acontecimentos, namorar um pouquinho...e assim finda mais um dia em nossas vidas. Como em todas as noites, o último beijinho e: "muito?" "muitão" "dorme com Deus"... tudo muito normal, se não fosse uns ruídos estranhos que sucederam logo após o apagar das luzes!
Obvimente que eu já estava dormindo, e eis que a saga começa, com o ser humano homem da casa:
- Amor, tá ouvindo esses gritos?
- Hum?
- Fernanda, acorda, vc tá ouvindo?
- (já mal humorada), o que?
- É um morcego!
- Lógico que não Hadeon, isso é um grilo!(interessante que eu realmente estava convicta que era um grilo, e crente que seria totalmente impossível um morcego em nosso apartamento). Me deixa dormir.
- Grilo.. nunca vi grilo fazer assim..
- Tá tá.. mas se fosse um morcego, aqui não tem como um morcego aparecer.
Nesse momento o ser homem da casa dá um pulo da cama e acende todas as lâmpadas da casa. Nisso, fui obrigada a levantar também, totalmente mal humorada. Ao chegar até a cozinha, para minha surpresa total, ele estava lá! Sim.. algo totalmente inusitado, ele, pretinho, pequeno, e dissimulado! Ah ele era dissimulado, pois a cena que nós vimos foi de um morcego em pé, e com as asas escondendo a cara, como se nós ao acendermos as lâmpadas, atrapalhamos algum esquema dele! O que ele estaria planejando? Seria ele um morcego isca (até pelo tamanho, já que ele era pequeno), e os outros, enormes, canibais viriam depois sugar nosso sanguinho até a morte?
Como uma criatura tão pequena pode causar tanto furor? Entrei em pânico e fiquei andando de um lado para outro, como se isso fosse causar alguma reação nele, além de manter as asas na cabeça... Rapidamente concluimos que ele não sairia daquele cantinho e que nós dois viramos vítimas, nós éramos os encurralados! O plano de fazer: xí, xí, sai! Não funcionou, muito menos palavras duras ou ameaçadoras! De repente montei um esquema de ataque com um rodo! Mas e se ele voasse em minha direção e grudasse em meu pescoço! Tá, eu sei que ele era um morcego herbívoro, mas o clima tava pesado! Plano B: Comecei a chorar, lágrimas femininas sempre causam algum transtorno! Nada.
Homem da casa teve uma idéia brilhante: desligar as luzes, abrir a porta e deixar o pobre-morcego-com-tique-nervoso, seguir seu próprio caminho. A idéia quase deu certo! Aff, o raio do quase aí para atrapalhar! Ele realmente levantou vôo, mas ao invés de sair, ele foi para o lado de fora do apartamento, nesses poços onde entra um arzinho!
E como terminou essa saga toda? Bem, o morceguinho (no outro dia descobrimos que era um filhote), chorou o resto da madrugada, acredito que chamando a mamãe morcega, que não tratou de aparecer! Nós dois, pobres mortais, incomodados com os gritinhos dele! Até ofereci uma bananinha, mas ele não quis saber de interação! No outro dia, como num passe de mágica ele havia sumido... estranho! Nada me tira da cabeça que havia um complô contra nós e que um morcego altamente treinado veio fazer o servicinho sujo!!!!!
Obvimente que eu já estava dormindo, e eis que a saga começa, com o ser humano homem da casa:
- Amor, tá ouvindo esses gritos?
- Hum?
- Fernanda, acorda, vc tá ouvindo?
- (já mal humorada), o que?
- É um morcego!
- Lógico que não Hadeon, isso é um grilo!(interessante que eu realmente estava convicta que era um grilo, e crente que seria totalmente impossível um morcego em nosso apartamento). Me deixa dormir.
- Grilo.. nunca vi grilo fazer assim..
- Tá tá.. mas se fosse um morcego, aqui não tem como um morcego aparecer.
Nesse momento o ser homem da casa dá um pulo da cama e acende todas as lâmpadas da casa. Nisso, fui obrigada a levantar também, totalmente mal humorada. Ao chegar até a cozinha, para minha surpresa total, ele estava lá! Sim.. algo totalmente inusitado, ele, pretinho, pequeno, e dissimulado! Ah ele era dissimulado, pois a cena que nós vimos foi de um morcego em pé, e com as asas escondendo a cara, como se nós ao acendermos as lâmpadas, atrapalhamos algum esquema dele! O que ele estaria planejando? Seria ele um morcego isca (até pelo tamanho, já que ele era pequeno), e os outros, enormes, canibais viriam depois sugar nosso sanguinho até a morte?
Como uma criatura tão pequena pode causar tanto furor? Entrei em pânico e fiquei andando de um lado para outro, como se isso fosse causar alguma reação nele, além de manter as asas na cabeça... Rapidamente concluimos que ele não sairia daquele cantinho e que nós dois viramos vítimas, nós éramos os encurralados! O plano de fazer: xí, xí, sai! Não funcionou, muito menos palavras duras ou ameaçadoras! De repente montei um esquema de ataque com um rodo! Mas e se ele voasse em minha direção e grudasse em meu pescoço! Tá, eu sei que ele era um morcego herbívoro, mas o clima tava pesado! Plano B: Comecei a chorar, lágrimas femininas sempre causam algum transtorno! Nada.
Homem da casa teve uma idéia brilhante: desligar as luzes, abrir a porta e deixar o pobre-morcego-com-tique-nervoso, seguir seu próprio caminho. A idéia quase deu certo! Aff, o raio do quase aí para atrapalhar! Ele realmente levantou vôo, mas ao invés de sair, ele foi para o lado de fora do apartamento, nesses poços onde entra um arzinho!
E como terminou essa saga toda? Bem, o morceguinho (no outro dia descobrimos que era um filhote), chorou o resto da madrugada, acredito que chamando a mamãe morcega, que não tratou de aparecer! Nós dois, pobres mortais, incomodados com os gritinhos dele! Até ofereci uma bananinha, mas ele não quis saber de interação! No outro dia, como num passe de mágica ele havia sumido... estranho! Nada me tira da cabeça que havia um complô contra nós e que um morcego altamente treinado veio fazer o servicinho sujo!!!!!
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